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A previsão do tempo a curto e médio prazo — para até sete dias — ficará mais apurada. O avanço se deve a um programa que a NASA cedeu ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que poderá, além da temperatura, contribuir para os meteorologistas conferirem a pluviosidade esperada para a semana seguinte. Trata-se de um dado fundamental em um período em que boa parte do país é assolada pelas chuvas de verão.
País emergente, ao lado de outras forças econômicas que se destacam no cenário global, como China, Índia, Rússia e África do Sul, o Brasil optou por desenvolver um programa espacial de modestas dimensões, o que explica o fato de não construir foguetes nem possuir bases para lançar esses artefatos no espaço.