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Primeiro vieram as ONGs. Depois, as unidades de polícia pacificadora. Agora é a hora de as agências de comunicação digital chegarem às favelas do Rio de Janeiro. E a primeira delas está funcionando a pleno vapor no Complexo da Maré. Fundada há dois anos, a agência emprega o conhecimento tecnológico e social dos jovens dos morros e ajuda na formação profissional deles.
Embora estejam disseminadas em áreas urbanas mais carentes, as escolas públicas de tempo integral fracassaram no intento de atrair jovens para o sistema regular de ensino. Sem maiores perspectivas profissionais e pessoais, esses jovens tornam-se presa fácil para os grupos criminosos, que os contratam a peso de ouro.