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“O livro didático, de forma alguma, deve ser instrumento descartável no processo de ensino. Ele é um instrumento importante, desde que tem a possibilidade de registrar e manter, com fidelidade e permanência a mensagem. O que está escrito permanece escrito; não é tão perecível quanto à memória viva”. (LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. – São Paulo: Cortez, 1994)
O trecho acima concebe o livro didático no processo de formação do leitor crítico como: