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“Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis - 2018, publicado em nov embro pelo M inistério da S aúde, apontam au mento no nú mero de c asos de s ífilis no Brasil em todos os cenários da infecção. Em comparação ao ano de 2016, observou-se aumento de 28, 5% na t axa de detecção em ges tantes, 16,4% na i ncidência de s ífilis congênita e 31, 8% na i ncidência de sífilis adqui rida. Segundo o Boletim, a taxa de detecção da sífilis adquirida no Brasil passou de 44,1/100 mil habitantes em 2016 para 58,1 casos para cada 100 mil habitantes em 2017”.
I. A investigação de anticorpos treponêmicos, como FTA-ABS, é um teste recomendado em situações nas quais se necessita confirmar um resultado de VDRL positivo, bem como para a quantificação de resposta ao tratamento.
II. Após o tratamento da sífilis durante o período gestacional, é recomendável a quantificação mensal dos títulos de reagina plasmática rápida. Caso haja aumento de quatro vezes ou mais, o retratamento deve ser considerado.
III. Embora um FTA-ABS não reagente no líquor possa ser útil para descartar o diagnóstico de neurossífilis, nenhum diagnóstico de neurossífilis deve ser baseado unicamente no teste de FTA-ABS no líquor.
IV. A neurossífilis assintomática é diagnosticada quando existem anormalidades no exame de líquor, como pleocitose de polimorfonucleares, elevação de proteínas ou um resultado positivo de teste de VDRL, em um paciente com sífilis com ausência de sinais e sintomas de doença neurológica.
Estão CORRETOS: