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Vedetes da chamada economia colaborativa, Uber e AirBnb são um retrato possível do futuro das organizações, ágeis como nosso tempo e escaláveis ao gosto da economia globalizada. O quadro de funcionários é enxuto, a estrutura é simples: uma plataforma digital que, sem perder eficiência, pode gerir cem ou cem mil “funcionários”. Com aspas, porque as empresas do amanhã – ou do hoje, depender do ponto de vista – são corpos flexíveis e dinâmicos, em que há menos empregados e mais colaboradores eventuais.
As empresas tendem a ser cada vez mais horizontais, com colaboradores sob demanda, postos especializados ocupando funções quando ela precisa, estrutura mais escalável, de atuação global”, resume Sandro Cortezia, coordenador do Pós-MBA em Gestão da Inovação da Unisinos.
No cerne desse movimento, está o profissional que entra hoje no mercado. Nascidos entre os anos 1980 e 2000, os Millennials (ou geração Y) valorizam abertura, transparência e o envolvimento com causas que deem mais sentido ao trabalho. Preferem o uso de um bem posse e compartilham de tudo.
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