///
O estilo de vida sedentário e as refeições com poucos vegetais e frutas se refletem no aumento dos índices de obesidade. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, há 18 milhões de pessoas com a doença no Brasil. O acúmulo excessivo de gordura no corpo é fator de risco para a pressão alta, o diabetes e o colesterol alterado, entre outros graves problemas. Para que se possa evitar a doença, é preciso sempre manter o olho na balança, além de praticar atividade física e manter uma dieta adequada.
A obesidade pode ser determinada pelo Índice de Massa Corporal (IMC), calculado a partir da divisão do peso da pessoa (em kg) pelo quadrado da altura (em metros). A doença é verificada quando o valor encontrado é igual ou superior a 30. Mas esse cálculo nem sempre é verdadeiro, pois o alto peso pode ser resultado de massa muscular ou mesmo estrutura óssea mais elevadas. O diagnóstico mais preciso é feito a partir do percentual de gordura, obtido com a medição das dobras da pele.
Calcular a obesidade infantil é um pouco mais complexo e o acompanhamento de um pediatra é indispensável. Primeiro, deve-se chegar ao valor do IMC da criança. A partir disso, é preciso identificar em tabelas da Organização Mundial da Saúde (OMS) em que percentual (valor de referência) o IMC calculado se encaixa.
Em relação ao texto, é INCORRETO afirmar que: