///
Muitos pais e mães se queixam que seu filho é difícil, que diante de uma emoção carregada de raiva costumam desabafar de forma inadequada, tendo acessos de raiva, falando palavrões ou desobedecendo, mesmo que sutilmente. Claro que nenhuma criança é igual a outra, e nós não conseguimos imaginar exatamente quais os tipos de necessidades podem ter essas criaturinhas que trouxemos ao mundo e para as quais desejamos tudo de melhor.
Crianças difíceis costumam gerar um nível de estresse muito alto nos pais. Não é fácil e nem sempre os livros de autoajuda, a experiência que já temos com outros filhos ou as recomendações de outros pais conseguem nos ajudar. Seu filho, a criança difícil, é único e especial. A única coisa que ele precisa sempre é de compreensão. Na maioria das vezes, são crianças autoexigentes trancadas em seus “palácios internos” em espaços apertados onde não encontram portas abertas para expressar suas emoções.
Pense em uma criança que teve um dia ruim na escola; quando chega em casa e seus pais perguntam o que aconteceu, ela responde de mau jeito. Diante disso, os pais decidem castigá-la, deixando-a em seu quarto durante toda a tarde. O que ganhamos com isso? Nós resolvemos o problema? Claro que não! A emoção bloqueada é como um espinho cercado por um muro de pedras. Se levantarmos mais o muro, o espinho ficará ainda mais escondido, por isso, o primeiro passo é retirar cada pedra desse muro através da comunicação e do afeto.
O termo sublinhado em “Ensine a respirar, a relaxar, a canalizar suas emoções através de atividades específicas que a distraia.” encontra seu sinônimo em: