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Como a ciência acredita que será a evolução do nosso corpo no futuro?
Todos os seres vivos se adaptam ao meio em que vivem, e isso não é diferente com o ser humano. O corpo do homem moderno está mudando de acordo com uma rotina mais sedentária e tecnológica. Essa é a essência da evolução. Mas como seremos no futuro?
Pesquisas apontam que o cérebro será maior. Geneticistas comprovaram que dois genes que influenciam no tamanho e na complexidade do órgão continuam sofrendo mutações. E entusiastas dos estudos de inteligência artificial acreditam que, cada vez mais, nosso corpo terá partes robóticas. Microchips para controlar doenças e sinais vitais, próteses metálicas, cérebro Wi-Fi...
A cabeça do Homo Sapiens já é considerada grande – uma vez que precisa passar pelo canal vaginal durante o parto. Alguns cientistas afirmam que o crânio deve continuar do mesmo tamanho ou até diminuir para que o nascimento seja possível, mas as cesarianas contrariam essa tese. Elas podem viabilizar sobrevivência de humanos “cabeçudos” – que vão se reproduzir e perpetuar essa característica.
Esqueça aquela regra de que é preciso mastigar 30 vezes antes de engolir cada garfada. Isso vai ser coisa do passado. Com tantos alimentos processados e macios disponíveis, tendência é que os humanos do futuro tenham dentes pequenos e em menor número. E isso já começou a acontecer! Já notou que algumas pessoas já não nascem mais com os sisos?
O sedentarismo pode afetar nossos membros. Para reduzir o esforço, os braços serão mais longos. Se as telas sensíveis ao toque seguirem em alta, dedos também serão maiores.
Nos últimos 60 anos, a expectativa de vida mundial aumentou mais de 20 anos. Com o desenvolvimento de suplementos nutricionais e de técnicas que prometem prolongar ainda mais esse tempo, é possível que o ser humano do futuro ultrapasse os 100 anos com facilidade. Ou seja, teremos um mundo mais cheio de vovôs.
De acordo com o texto, analisar a sentença abaixo: Com a atual oferta de alimentos processados e macios, algumas pessoas já estão nascendo sem os sisos, o que as faz não precisar mastigar tantas vezes a comida antes de engoli-la (1ª parte). Seremos ainda mais sedentários, porém viveremos mais: a expectativa de vida no futuro, sem dúvidas, ultrapassará os 100 anos (2ª parte).
A sentença está: