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A análise da criança inserida na sociedade demonstra que, de uma perspectiva geral, o que vem se verificando, de modo crescente, é o furto da possibilidade da vivência do lúdico na infância, ou pela negação temporal e espacial do jogo, do brinquedo, da festa, ou mesmo através do consumo “obrigatório” de determinados bens e serviços oferecidos num grande supermercado (1ª parte). A sociedade burguesa, instrumentalizando a cultura, destacando o seu caráter produtivo e sua manifestação enquanto produto apenas, desvaloriza, ou até mesmo deixa de considerar a criança enquanto tal, por não reconhecê-la como produtora de cultura (2ª parte). Na nossa sociedade, independentemente de grandes ou pequenas cidades, os espaços oferecidos às crianças para a vivência da infância são inúmeros e diversificados, não sendo esse o motivo pelo qual o furto ao lúdico vem sendo provocado (3ª parte).
Com base nas considerações de MARCELLINO sobre o lazer e a cultura da criança, analisar a sentença abaixo: A sentença está: