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MORALIZA O POETA NOS OCIDENTES DO SOL A INCONSTÂNCIA DOS BENS DO MUNDO Nasce o sol, e não dura mais que um dia, Depois da luz se segue a noite escura, Em tristes sombras morre a formosura, Em contínuas tristezas a alegria. Porém se acaba o Sol, por que nascia? Se formosa a luz é, por que não dura? Como a beleza assim se transfigura? Como o gosto da pena assim se fia? Mas no sol e na luz, falta a firmeza, Na formosura não se crê constância, E na alegria sinta-se tristeza. Começa o mundo enfim pela ignorância, E tem qualquer dos bens por natureza A firmeza somente na inconstância.
Use (V) verdadeiro e (F) falso para as afirmações sobre o texto:
( ) O que angustia o eu poético é ver tudo se alterar à sua volta e tudo voltar à ignorância.
( ) O eu poético enfrenta um paradoxo da dura realidade humana: o nascer e o morrer.
( ) A sequência de versos interrogativos focaliza a beleza e o alcance da luz da vida.
( ) O poeta retoma a temática lírica reflexiva em que versa sobre a vaidade e as frustrações humanas diante da brevidade da vida.
Respectivamente temos: