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Ronaldo Vainfas, tratando de uma historiografia brasileira “identificada como a ‘nova história’ que se passou a praticar no Brasil nas últimas décadas do século XX”, diz que essa nova história, “como expressão, aparecia muito mais no vocabulário de seus críticos do que era assumida pelos então jovens historiadores que passaram a estudar as mentalidades, as sexualidades, as religiosidades ou as circularidades culturais”.
Configura-se como uma característica dessa historiografia brasileira das últimas décadas