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O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) publicou, em 02 de novembro de 2025, a previsão de riscos geo-hidrológicos para as regiões Sudeste e Sul do Brasil. A nota técnica destaca risco moderado de eventos hidrológicos em cidades como Pouso como Pouso Alegre (MG), São José dos Campos (SP) e Joinville (SC), e risco moderado de eventos geológicos (movimentos de massa) em Petrópolis (RJ) e Curitiba (PR), devido à ocorrência de chuvas moderadas a fortes (CEMADEN, 2025).
Inspirando-se no conceito clássico de RISCO = PERIGO x VULNERABILIDADE x EXPOSIÇÃO e na metodologia de monitoramento utilizada pelo CEMADEN (2021) e pela CPRM (2022), um pesquisador propôs o seguinte índice composto de risco (ICR):
ICR = P x (1 + 0,2n + a)
Onde:
• P = população em área de risco (em milhares de habitantes);
• n = número de intervalos de 10 mm acima de 40 mm de chuva acumulada;
• a = 0,1 para riscos geológicos e = 0 para riscos hidrológicos.
| REGIÃO | TIPO DE RISCO | CHUVA ACUMULADA (mm) | POPULAÇÃO EXPOSTA (mil hab.) |
|---|---|---|---|
| Pouso Alegre (MG) | Hidrológico | 45 | 120 |
| Petrópolis (RJ) | Geológico | 65 | 250 |
| São José dos Campos (SP) | Hidrológico | 40 | 180 |
| Curitiba (PR) | Geológico | 55 | 200 |
| Joinville (SC) | Hidrológico | 50 | 150 |
Com base na proposta do pesquisador (fórmula ICR) e nos dados da Tabela 1, qual região apresenta o maior Índice Composto de Risco (ICR)?