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Leia o texto a seguir.
[...] Na aldeia, as crianças indígenas A’uwẽ-Xavante são livres, não há restrições de lugar, de conversas e nem de tempo e espaço; elas participam ativamente de atividades domésticas, formativas e rituais. A liberdade que as crianças A’uwẽ experimentam cotidianamente contribui para construir sua própria identidade, a partir do imaginário coletivo de sua família, das outras crianças, das histórias contadas pelos adultos, da religiosidade, assim como das brincadeiras.
Na BNCC (2018), os temas de matriz africana e indígena estão indicados, principalmente, para os conteúdos de danças, jogos e brincadeiras e lutas. Pensando o planejamento de jogos e brincadeiras, BRINGEL et. al classificam as brincadeiras indígenas como: 1) contingência física/exercício sensório motor; 2) contingência social; 3) simbólica ou imaginativa; 4) turbulentas agonísticas; 5) jogos de construção; 6) jogos de regras. Segundo os autores, as brincadeiras de construção são