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É importante diferenciar o direito à pregação religiosa em ambientes religiosos ou em certos contextos públicos no exercício da Liberdade Religiosa daquilo que é a atitude proselitista do professor que usa de sua autoridade para divulgar a sua própria religião. Quando o espaço docente passa a ser palco da infantilidade psicanalítica de quem usa-o para externar seus dilemas íntimos, o estudante perde o seu direito de não ser importunado com pregações alheias ao seu consentimento.
Ao criticar certa postura do professor, o texto defende o Ensino Religioso de tipo