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Na Terapia Ocupacional, a relação terapêutica requer um grau de intimidade que se desenvolve ao longo de um continuun, dependendo da natureza da condição dos indivíduos, do grau de ruptura de sua identidade e vida, da extensão da recuperação esperada, da duração e complexidade dos processos de recuperação e adaptação, incluído o processo de terapia ocupacional. Segundo Willard e Spackman (2011), diversos autores sugerem que o relacionamento terapêutico se desenvolve em fases e que a relação em desenvolvimento modela e é modelada pelo engajamento do paciente e pela experiência no processo de terapia. Assim, as fases de desenvolvimento do relacionamento são: