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Mulher de 47 anos, em tratamento de artrite reumatoide com metotrexato 10 mg por semana, associado a prednisona 10 mg ao dia (em esquema de desmame progressivo), realizou endoscopia digestiva alta (EDA) por quadro de disfagia. No exame de EDA, observou-se, desde o esôfago proximal, a presença de várias placas aderidas ao órgão, de coloração esbranquiçada, confluentes e reversíveis à insuflação, recobrindo circunferencialmente cerca de 60% da mucosa, associadas a certo edema e hiperemia, sem estenoses ou ulcerações, compatíveis com monilíase esofágica, a qual posteriormente foi confirmada pelo exame anatomopatológico. Para elaboração do laudo endoscópico, foi utilizada a Classificação de Wilcox. A correta graduação dos achados de monilíase esofágica pela Classificação de Wilcox é: