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A Sociedade Americana de Endoscopia Gastrointestinal (American Society for Gastrointestinal Endoscopy) em guideline publicado em 2017 (Gastrointestinal Endosc 2017;86(1):18-33) explica que o rastreio do câncer colorretal (screening) objetiva a detecção de neoplasia precoce e lesões pré-cancerosas em pacientes assintomáticos, sem histórico pregresso dessas alterações. O documento explica que o rastreio (screening) difere da vigilância (surveillance), pois esta se refere ao intervalo entre os exames de colonoscopia em paciente que já teve, por exemplo, a detecção de neoplasia colorretal ou lesão pré-cancerosa. Os autores também fazem distinção entre o exame de rastreio (screening) e o exame diagnóstico, o qual se refere à investigação em paciente com sintomas ou com testes de rastreio (não-colonoscópicos) positivos. De acordo com esse guideline, considere as seguintes afirmativas:
1. Na população geral, o rastreio do câncer colorretal deve começar aos 40 anos.
2. Os pólipos hiperplásicos não são considerados lesões pré-cancerosas.
3. Os adenomas de cólon são considerados “avançados” quando possuem tamanho >1 cm ou apresentam displasia de alto grau ou elementos vilosos.
4. Pacientes assintomáticos sem histórico pregresso de qualquer alteração ou histórico familiar, que foram submetidos a rastreio de câncer colorretal com colonoscopia tendo laudo normal, devem repetir a colonoscopia em 5 anos.
Assinale a alternativa correta.