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A terapia antitrombótica, como o uso de anticoagulantes e antiagregantes plaquetários, tem se tornado frequente na prática médica, com o objetivo de reduzir o risco de eventos trombóticos em condições como síndrome coronariana aguda, fibrilação atrial e estados de hipercoagulabilidade. Preocupada com o uso desses fármacos pelos pacientes que se submetem a exames endoscópicos, a Sociedade Americana de Endoscopia Gastrointestinal publicou em 2016 um guideline para tratar desse tema (Gastrointestinal Endosc 2016;83(1):3-16). Com base nesse guideline, considere as seguintes afirmativas:
1. A endoscopia digestiva alta diagnóstica e a coagulação com plasma de argônio são consideradas de baixo risco de sangramento pós-procedimento.
2. A polipectomia e a esfincterotomia pancreática endoscópica são consideradas de alto risco de sangramento pós procedimento.
3. O uso de aspirina por um paciente coronariopata pode ser mantido caso esse paciente se submeta a uma endoscopia digestiva alta diagnóstica eletiva.
4. Pacientes em dupla antiagregação plaquetária (como, por exemplo, aspirina e clopidogrel), submetidos a intervenção coronariana percutânea com colocação de stent não farmacológico há 7 dias, devem sempre ter sua medicação antitrombótica suspensa antes de qualquer procedimento endoscópico, devido ao elevado risco de sangramento gastrointestinal.
Assinale a alternativa correta.