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Quatro anos antes de sua consulta, uma professora de 29 anos estava erguendo e reposicionando uma mesa de trabalho quando foi chamada e virou-se para a porta. O movimento determinou uma lesão de seu plexo braquial direito, o que levou, desde então, a paresia e dor neuropática de intensidade grau 10/10. Não havia outras comorbidades associadas e, por ocasião de sua consulta, a paciente estava usando paracetamol 500 mg de 6/6 horas e fluoxetina 40 mg/dia. Com relação a seu tratamento, a conduta é: