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Segundo Dayrell (2003, p. 40-41), cotidianamente “[...] nos deparamos [...] com uma série de imagens a respeito da juventude que interferem na nossa maneira de compreender os jovens. Uma das mais arraigadas é a juventude vista na sua condição de transitoriedade, na qual o jovem é um ‘vir a ser’, tendo no futuro, na passagem para a vida adulta, o sentido das suas ações presentes. [...]. Outra imagem presente é uma visão romântica da juventude [...] um tempo de liberdade, de prazer [...]. Essas imagens convivem com outra: a juventude vista como um momento de crise, uma fase difícil, dominada por conflitos com a autoestima e/ou com a personalidade”. Para esse autor, essas imagens produzem o risco de que, ao analisar os jovens, isso se dê enfatizando as características que lhes faltam para corresponder a um modelo de “ser jovem”. Dayrell (2003) considera os jovens enquanto sujeitos sociais que constroem um determinado modo de ser jovem e assume a definição de sujeito elaborada por Charlot (2000) no texto intitulado: “O jovem como sujeito social”.
Sobre a definição de sujeito de Charlot (2000), segundo Dayrell (2003), é INCORRETO afirmar: