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BERSCH (2008), defende que a tecnologia assistiva precisa ser entendida como "um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional ou deficitária, ou ainda, que possibilitará a realização de uma função desejada e que se encontra impedida", devido a uma limitação em termos fisiológicos e psicológicos, inatos ou adquiridos pelos sujeitos. Na educação especial inclusiva, cada criança precisa de uma abordagem única durante o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e materiais dispostos nessa área é possível tornar a comunicação eficiente.
No caso do deficiente auditivo, a tecnologia assistiva que pode ajudar a se comunicar é o: