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A partir da Constituição Federal de 1988, a gestão da ética passou a ocupar posição de destaque no âmbito da Administração Pública brasileira, em razão da centralidade conferida aos valores éticos e morais na atuação estatal, especialmente por meio da consagração dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Com base nessa informação e considerando a diversidade cultural, bem como as distintas realidades políticas e administrativas existentes, a literatura especializada identifica elementos estruturantes que conformam a essência da gestão da ética na Administração Pública, organizados em um eixo básico composto de