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Os dados comprovam o aumento desse mercado clandestino: em 2024, a Receita Federal apreendeu 2.500 unidades. Já no ano passado, foram 30 mil unidades, uma carga avaliada em mais de R$ 30 milhões. Para as autoridades, esse contrabando já é considerado um problema de saúde pública. “O brasileiro que compra esses produtos de forma irregular pode ter praticamente a certeza de que está adquirindo um suposto medicamento que chegou ao país sem a devida refrigeração e sem condições adequadas de uso. Ele pode não ter os efeitos esperados ou ainda causar danos à saúde”, afirma o auditor fiscal da Receita Federal Daniel Link.
O texto refere-se a um problema de saúde pública referente