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A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal ao contextualizar as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola.
Um aluno com deficiência auditiva pode frequentar uma turma regular com o apoio de um intérprete de língua gestual portuguesa, o que lhe permite acompanhar as aulas, interagir com os colegas e participar plenamente nas atividades escolares. Assim, a filosofia atual da educação especial, e consequentemente do CEE, centra-se na inclusão. O objetivo é garantir suporte especializado e recursos adequados, favorecendo a participação dos alunos com deficiência em ambientes regulares de ensino e promovendo tanto a aprendizagem quanto a interação social.