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O termo slow food diz respeito a um movimento internacional que surgiu como oposição ao do fast food. Os dois termos em inglês, literalmente, referem-se à comida lenta ou rápida. O movimento slow food busca promover uma relação de maior prazer e sabor com os alimentos e incentiva o preparo de refeições em casa e com calma, além do consumo de alimentos locais e orgânicos.
Uma das bandeiras do movimento slow food é a preservação da biodiversidade. Seus adeptos acreditam que a globalização e a industrialização de alimentos resultaram na padronização do sabor e que isso está destruindo muitos sabores e variedades de alimentos. Eles sempre usam o fast food como exemplo, já que esse tipo de produto sempre tem o mesmo sabor, não importa em qual parte do mundo ele seja comprado.
Nesse sentido, o movimento também trabalha em conjunto com certas organizações para estabelecer bancos de sementes, de forma a garantir que milhares de variedades de plantas em todo o mundo não desapareçam devido a fatores como globalização, doenças ou desastres.
Outra faceta importante do slow food é a educação do paladar. Os adeptos do movimento acreditam que, quando há uma maior percepção sobre as externalidades envolvidas no consumo de um alimento e de onde ele veio, é provável que seja ingerido com mais consciência, seja pela apreciação do sabor ou pela redução do desperdício. A educação do paladar ajuda as pessoas a se preocuparem mais com a origem da comida.
A palavra “mais” (linha 30) funciona, no texto, como intensificador do sentido da forma verbal “preocuparem” e, por isso, é classificada, sintaticamente, como adjunto adverbial.