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Aquele que sabe sem saber que sabe fica eternamente dependente daquele que ensinou; poderá apenas mostrar seu saber se isso lhe for solicitado. Em contrapartida, aquele que sabe que sabe pode mobilizar seus saberes e seu savoir-faire, por sua própria iniciativa, em função das situações diante das quais se encontra.
A partir de uma abordagem crítica, a avaliação educacional não pode ser um instrumento de exclusão dos estudantes. Desse modo, tal abordagem se caracteriza por ser democrática, resultar de um processo coletivo diagnóstico e favorecer o desenvolvimento pleno das capacidades dos estudantes.