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Estudos sobre promoção da saúde têm apontado que a aquisição de qualidade de vida engloba aspectos interligados, relacionados com as condições materiais necessárias à sobrevivência e à satisfação das necessidades humanas básicas, como acesso a um sistema educacional e de saúde de qualidade, a uma alimentação adequada, a um vínculo ocupacional satisfatório que gere renda, posse de uma habitação digna. Porém essas não são condições únicas.
O termo qualidade de vida abrange outros significados e integra várias dimensões de conhecimento, experiências, valores individuais e coletivos. Solidariedade, liberdade, inserção social e acesso à informação, preservação e proteção do ecossistema, políticas de desenvolvimento econômico social sustentável também são valores que devem ser considerados. Por isso, é essencial a construção da autonomia, uma ferramenta em constante atualização, que envolve um comprometimento com as consequências, que se firmará à medida que o indivíduo tenha o discernimento de que é a sua ação, íntima e pessoal, que determina significativamente o rumo de sua própria vida e a sua contribuição no contexto global. Isso poderá colaborar na busca pela qualidade de vida tão almejada.
Do texto se extrai que o ser humano é movido por conhecimentos, atitudes e valores, implementados, no cotidiano, por meio de ações autônomas.