O oralismo compreende que para a pessoa surda estar inserida na sociedade ouvinte ela precisa sinalizar, valendo-se para isso da Libras ou de comunicação mnemônica. Os defensores da Comunicação Total compreendem que a criança surda deve ser oralizada, mas acredita também que, para poder desenvolver seus aspectos cognitivos, emocionais e sociais podem ser utilizados outros recursos diversos como facilitadores da comunicação. O Bilinguismo defende que a pessoa surda deve ter garantida a língua de sinais como primeira língua e a língua oral do país, no caso do nosso, a língua brasileira é apontada como segunda língua. O bilinguismo só pode ser ofertado em escolas inclusivas, regulares.