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“Se o aluno está no nível pré-silábico, há necessidade de que seja estimulado a perceber que escrevemos com letras e, na sequência, que seja levado a aprender com quais letras se escreve. Para escrever, o aluno precisará selecionar quais letras utilizará (quais grafemas representam quais fonemas), quantas letras, qual a ordem das letras, para que estas representem palavras com significado. Se o aluno estiver no nível silábico, grafando uma letra para cada sílaba, deverá ser estimulado a perceber se a grafia utilizada corresponde à representação do som desejado e, ainda, é necessário que seja levado a entender que nem sempre uma ou duas letras são suficientes para registrar corretamente determinada sílaba. Assim, nesse momento, será necessário mostrar a decomposição oral e depois gráfica de palavras em sílabas. E não raro será necessário explicitar a composição até mesmo da sílaba, mostrando que sílabas simples são compostas por uma consoante e cinco letras que, normalmente, representam as vogais: a, e, i, o, u. Tal apresentação de famílias silábicas precisa ser feita de modo natural, sem forçar a pronúncia nem de sílabas prontas, nem de fonemas, explicitando, por exemplo, que o nome desta letra é B, mas se eu escrevo a letra I na sua frente, eu escrevo BI /bi/; que esta letra é o B, mas se apago o I e escrevo A, torna-se BA /ba/, e assim, sucessivamente, conversando com franqueza com o aluno, sem omitir nem fantasiar informações.” (MENDONÇA / MENDONÇA, 2011, p. 55)
Em uma perspectiva construtivista, analisando o texto acima, seria correto afirmar que: