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Há um filme, no estilo comédia, chamado “Gigolô por acaso”, que conta diversas histórias envolvendo personagens com quadros neurológicos. Entre elas há o de uma mulher que refere que desde a infância apresentava tiques, inclusive vocais, e que no meio de sua fala normal sempre acabava por dizer palavrões, o que era muito constrangedor. O protagonista principal resolve o problema da personagem levando-a a jogos de futebol, onde os palavrões são aceitos e até mesmo esperados. O quadro descrito no filme é compatível com o diagnóstico de: