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O aluno de arte precisa de um espaço durante o ano todo, mesmo que seja um pedaço de parede. Nesse espaço autogerido, esse aluno convive com seu ambiente artístico e educacional, de modo a se reinventar a todo instante, a “imitar o seu próprio fazer” permanentemente e a autogerir seu espaço continuadamente, reproduzindo um modelo mais parecido com a vida comum do que com as salas de aula tradicionais. (Spaniel e Romagnolo, 2011, p. 17) O texto acima refere-se a: