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No Brasil, de acordo com a diretriz sobre Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia, as taxas de sobrevida de parada cardiorrespiratória (PCR) extra-hospitalar, quando abordada dentro dos primeiros 5 minutos com desfibrilação precoce, variam entre 50% e 70%. Por outro lado, no ambiente intra-hospitalar, paradoxalmente, as taxas de sobrevida são inferiores a 20%, provavelmente devido às condições clínicas associadas e à maior gravidade dos pacientes, que fazem da assistolia e da atividade elétrica sem pulso os ritmos mais prevalentes.
Em relação à ressuscitação cardiopulmonar para caso suspeito ou confirmado de COVID-19 é correto afirmar: