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As crises hiperglicêmicas ou diabéticas, incluindo na definição tanto a cetoacidose diabética (CAD) quanto o estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH) são emergências médicas e, como tal, colocam o paciente em risco de morte rápida se não manejadas de forma adequada. A CAD é caracterizada pela associação de hiperglicemia, acidose metabólica e cetonemia, enquanto o EHH, pela tríade de hiperglicemia severa, aumento da osmolalidade plasmática e desidratação. Atualmente, ainda tem se observado o surgimento de uma condição clínica chamada CAD euglicêmica, em que a glicemia da chegada é menor que 300 mg/dL (cada vez mais comum desde o início do uso de antidiabéticos inibidores de SGLT2).
É correto afirmar:
I. O quadro clássico de cetoacidose nos pacientes com diabetes é glicemia elevada, em geral > 250mg/dL, aumento dos corpos cetônicos no sangue (cetonemia) e na urina (cetonúria) e redução do pH no sangue.
II. Pacientes não descompensados ou com boa adesão ao tratamento não são bons candidatos para o uso das gliflozinas.
III. Na cetoacidose diabética, tanto o aumento da glicemia quanto a produção de corpos cetônicos estão relacionados à deficiência absoluta ou relativa da insulina circulante.
IV. Há elevação de hormônios que aumentam a glicemia (contrarreguladores), tais como o cortisol, adrenalina e glucagon. O glucagon também aumenta a formação de corpos cetônicos.
A sequência correta é: