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Cândido (2006, p. 132) argumenta que a “[a] alegria turbulenta e iconoclástica dos modernistas preparou, no Brasil, os caminhos para a arte interessada e a investigação histórico-sociológica do decênio de 1930”, resultando, sobretudo nos seus últimos anos, em várias tendências ideológicas e estéticas presentes em diferentes obras, EXCETO em: