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A busca pela perfeição formal, o universalismo, a linguagem rebuscada e a impessoalidade fizeram com que o Parnasianismo fosse considerado o oposto do Romantismo. Os românticos foram criticados pelos parnasianos, que os consideravam pouco exigentes com a linguagem e sentimentais em excesso. Olavo Bilac, parnasiano por excelência, por vezes, foge do rigor objetivista de sua escola como, por exemplo, nos versos em que o “eu” do poeta se manifesta claramente.
Leia os trechos abaixo do poeta Olavo Bilac:
I) "Foste o beijo melhor da minha vida, ou talvez o pior...Glória e tormento,”
II) "Para! Uma terra nova ao teu olhar fulgura! Detém-te! Aqui, de encontro a verdejantes plagas"
III) "E ei-la, a morte! E ei-lo, o fim! A palidez aumenta; Fernão Dias se esvai, numa síncope lenta."
IV) "Beneditino escreve! No aconchego Do claustro, na paciência e no sossego, Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!"
V) "Às vezes, uma dor me desespera Nestas ânsias e as dúvidas em que ando."
Essa fuga do rigor objetivista pode ser encontrada nos versos transcritos em: