///
O livro, A vida imortal de Henrietta Lacks (Skloot, 2011), retrata a evolução na medicina a partir história de Henrietta Lacks, conhecida pelos cientistas como HeLa, uma mulher negra, pobre, lavradora de tabaco do sul dos Estados Unidos, mãe de 5 filhos, e que jamais imaginaria, que suas células - coletadas sem seu consentimento - se tornariam uma das ferramentas mais importantes da medicina moderna. As primeiras células humanas mantidas em cultura – as células HeLa – que continuam vivas até hoje, embora a vítima de câncer cervical, esteja morta a mais de sessenta anos e desconhecida do grande público.
A cultura de células é uma técnica que permite manter e estudar o comportamento de células vivas fora do organismo.
Sobre cultura de células e tecidos, é correto afirmar: