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Mortatti* assevera que “aprende-se a ler e a gostar de ler; aprende-se a ter satisfação com a leitura; aprende-se a acompanhar modismos de leitura; aprende-se a ter critérios e opiniões de leitura; aprende-se a julgar valores estéticos” e que “tudo isso se aprende lendo, dentro e fora da escola”, ou seja, “o gosto [...] pela leitura, em particular a da literatura, não é um dado da ‘natureza humana’, imutável e acabado, e sua formação tem a ver com as necessidades, com o tempo e com o espaço em que se movimentam pessoas e grupos sociais”. Com o intuito de estabelecer um paralelo entre esse trecho de Mortatti e os objetivos de ensino atinentes ao processo de leitura de textos escritos, entre os objetivos seguintes, aquele que se relaciona INDIRETAMENTE com o teor do que afirma essa linguista é o aluno: