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Postulando que a escola deve redefinir o fluxo de informações, Peréz Goméz, apud Brito e Costa*, prescreve o seguinte: “Nós docentes, devemos nos dar conta de que não é aconselhável apenas fornecer informação aos alunos, temos que ensiná-los como utilizar de forma eficaz essa informação que rodeia e enche suas vidas, como acessá-la e avaliá-la criticamente, analisá-la, organizá-la, recriá-la e compartilhá-la”. Em contraponto a isso, o DCRC (op. cit., p. 101-102) alude a “uma mudança nas formas de ensinar e aprender, que implica diretamente na adoção de novas metodologias, nas quais o professor/a professora e o aluno/a aluna assumem papéis ativos”, ou seja, o docente passa a ser um mediador do processo de aprendizagem, perdendo a condição de detentor único do conhecimento, enquanto o discente passa a: