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“As cerimônias da vida social, quer pública ou privada, quer política ou religiosa, implica um intenso exercício de inventividade formante; os edifícios e os locais destinados aos cultos religiosos, ou às funções civis, ou aos entendimentos privados, querem ser cuidados na arquitetura e no mobiliário; os discursos em públicos e os entendimentos privados tendem a uma elegância formal e a uma busca de efeitos; o porte da pessoa e o vestuário desejam adequar-se à importância das reuniões; em suma, todo momento da vida social implica um exercício de formatividade, que se pode acentuar numa deliberada busca de efeitos artísticos e dar lugar a formas de arte verdadeiras e propriamente ditas”. PAREYSON, Luigi, 1994. Dentro desse contexto é correto afirmar: