///
Ao compreendermos que a avaliação constitui um ato intencional ancorado em determinadas concepções de sujeito, de conhecimento e de sociedade, e que a formação docente continuada participa desse mesmo horizonte ético-político, torna-se evidente que ambas se inter-relacionam como práticas de poder e linguagem.
Sob esse prisma, é possível afirmar que: