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Nesse modelo pedagógico emergente, denominado em muitos lugares como “pedagogia alternativa”, as crianças “são alfabetizadas apenas com sete anos e os professores não usam nenhuma cartilha ou caderno pautado. A escola, claro, ministra aulas português, matemática, geografia e história, disciplinas exigidas pelo MEC, porém, de forma diferente, fazendo o aluno vivenciar as situações na prática e não apenas dentro de um livro. A pedagogia também entende que, antes da criança aprender a ler e escrever, por exemplo, ela precisa ter o domínio do seu próprio corpo. Então, situações simples, como pular corda ou amarrar o próprio sapato, são ensinadas antes das letras e números. Os professores também exercem papel fundamental nesse processo de desenvolvimento da criança e, por isso, ficam responsável pela mesma classe durante alguns anos, tendo a possibilidade de acompanhar de perto a curva de crescimento físico e emocional de cada aluno”. Esse específico modelo de educação, descrito no excerto, está fundamentado nos princípios trazidos: