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"Há muito, com efeito, que os nossos grandes precursores, um Michelet, um Fustel de Coulanges, nos tinham ensinado a reconhecer: o objeto da história é por natureza o homem. Melhor: os homens. Mais do que o singular, favorável à abstração, convém a uma ciência da diversidade o plural, que é o nosso modo gramatical da relatividade. Por detrás dos traços sensíveis da paisagem, dos utensílios, das máquinas, por detrás do documentos escritos aparentemente mais glaciais e das instituições aparentemente mais distanciadas dos que as elaboraram, são exatamente os homens que a história pretende apreender. Quem não o conseguir será, quando muito e na melhor das hipóteses, um servente da erudição. O bom historiador, esse, assemelha-se ao monstro da lenda. Onde farejar carne humana é que está a sua caça".
BLOCH, Marc. Introdução ao estudo da história. Mem Martins: Publicações Europa-América, 1984, p.28.
Entre as principais correntes da Nova História não podemos destacar: