Trata-se do currículo que passaria a se dirigir para os processos que produzem as diferenças, a exigir que se prestasse atenção ao jogo político aí implicado. Seria imprescindível dar-se conta das disputas, dos conflitos e das negociações constitutivos das posições que os sujeitos ocupam. A própria polarização heterossexual/homossexual seria questionada. Colocar-se-ia em xeque a naturalização e a superioridade da heterossexualidade. Não seria suficiente denunciar a negação e o submetimento dos/as homossexuais, e sim desconstruir o processo pelo qual alguns sujeitos se tornam normalizados e outros marginalizados.