Defendeu que o ensino aos surdos deveria basear se primeiramente na escrita, em seguida fazer a correspondência com o alfabeto dactilológico e o alfabeto escrito. Superadas tais etapas, por fim, os educadores deveriam ensinar a língua falada. Desde o ano de 1620 esta tendência tem se esforçado em promover a arte de ensinar os mudos a dominar a sua língua materna através do domínio da escrita e posteriormente da fala. Utilizou-se, predominantemente, da datilologia para representar as letras do alfabeto através da posição das mãos, mas com o intuito de ensinar a língua falada. Verifica-se, também, que ao ensinar a escrita, a intenção era desenvolver a linguagem visual-gestual dos surdos.