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Nos últimos anos, o treinamento complementar de força passou a fazer parte dos programas de reabilitação cardíaca, ajudando a melhorar a endurance muscular, a função cardiovascular, o metabolismo, os fatores de risco coronariano e o bem estar geral. A tabela I resume estes benefícios Completaria essa tabela corretamente se os níveis de HDL, o Metabolismo basal e a Sensibilidade à insulina respectivamente:
| Variável | Resultado |
|---|---|
| Densidade óssea | ↑↑ |
| Força | ↑↑↑ |
| Frequência cardíaca em repouso | ⇔ |
| HDL | |
| LDL | |
| Massa muscular | ↑↑ |
| Metabolismo basal | |
| Mudança da resposta insulínica | ↓↓ |
| Nível de insulina basal | ↓ |
| Percentual de gordura corporal | ↓ |
| Pressão arterial diastólica em repouso | ↓⇔ |
| Pressão arterial sistólica em repouso | ↓⇔ |
| Sensibilidade à insulina | |
| Tempo de endurance máximo e submáximo | ↑↑ |
| VO₂ máximo | ↑⇔ |
| Volume sistólico basal e máximo | ⇔ |