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Maranhão (in MOTA, 2016) faz referência a três principais fontes que irradiam obstáculos para romper o lastro conservador do Serviço Social. A primeira fonte é caracterizada ora por um elevado teor subjetivista, ora por um pragmatismo empirista da profissão; a segunda, possui estreitas relações com a primeira numa tentativa de superação das suas implicações práticas e ideológicas; a terceira, é paralela à lógica cultural pós-moderna. Sendo assim, é correto afirmar que essas fontes são, respectivamente: