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Muito se fala sobre o expandir da consciência. Levei tempo para entender, na prática, o que isso significa verdadeira e profundamente. Acabei por compreender, junto com toda a dor que veio nesse crescimento. Frase de efeito na rede, atribuída a Albert Einstein já afirma: “a mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original”.
Fato. O expandir da consciência é um novo conhecimento sobre si mesmo. A capacidade que adquirimos com o tempo de nos vermos quase que fora de nós mesmos. Perdemos a velha arrogância de acreditar que somos o máximo e de que tudo sabemos. Olhamos para trás, para tudo o que fizemos e, principalmente, para tudo o que já fomos. E, enfim, percebemos o quanto podemos ser melhores.
É claro que tudo isso soa muito bonito e maduro, mas chegar a este ponto é um processo lento, sofrido e sem volta. Demanda tempo e muitos tapas na cara. Em outras palavras: demanda relacionamentos fracassados, decepções intensas com pessoas queridas, momentos de solidão, doenças, perdas e fracassos que marcaram a alma, assim como a carne, a ferro e fogo.
Com base no texto, é possível afirmar que para se expandir a consciência é necessário: