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“A soberania das sociedades africanas também impediu que os portugueses tivessem acesso às minas de ouro que haviam sido descritas pelos viajantes árabes. A quantidade de ouro que os portugueses conseguiram comprar no continente africano era muito menor do que eles haviam sonhado. Por isso, eles rapidamente transferiram seus interesses comerciais para outra mercadoria: o escravo africano.”
(SANTOS, Ynaê Lopes dos. História da Africa e do Brasil Afrodescendente. Rio de Janeiro: Pallas, 2017. p. 129).
Sobre as sociedades africanas e o comércio de escravos é incorreto afirmar: