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“Em 2013, a empresa da qual André Martins era CEO foi comprada por uma multinacional norte-americana. Fundada por seu tio no final dos anos 90, a VB havia se tornado líder nacional de um ramo bem específico: a distribuição de vales-transportes. É um negócio que faz a ponte entre as empresas de ônibus, trens e metrôs e aquelas que precisam entregar esse benefício aos funcionários. Sob o comando de Martins, que se tornou presidente em 2006, a VB chegou ao número de 30 mil clientes e R$ 2,5 bilhões em tíquetes movimentados anualmente. Com a chegada da FleetCor, porém, as demandas mudaram. A multinacional não estava interessada em saber como as variações no índice de emprego afetavam o desempenho da empresa. ‘A pressão e a cobrança por resultados eram grandes. Quando os números caíam, os americanos diziam que aquelas não eram as metas pré-acordadas’, afirma. Em maio de 2018, após longas reflexões e sessões de coaching, ele decidiu sair da VB e realizar um antigo sonho: ser dono do próprio negócio. Ou melhor, negócios. Em vez de fundar uma startup, Martins abriu uma fábrica de startups, um tipo de atividade ainda incipiente no país.”
Considerando as informações desse texto, avalie e marque V se for verdadeira e F se for falsa para as seguintes afirmações:
( ) Startups promissoras reinventam um modelo de negócios tradicional e o atualizam para um contexto diferente ou inventam um modelo totalmente novo.
( ) O Governo Federal está desenvolvendo, em parceria com representantes da iniciativa privada, uma proposta de marco legal para as startups.
( ) De forma geral, uma boa startup deve ter, pelo menos, quatro competências bem definidas: gestão, tecnologia, operações e vendas.
( ) Umas das principais causas de falhas de startups está no desentendimento entre os empreendedores.
A sequência correta, de cima para baixo, é: