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O esquecido drama de quem vive com pessoas que sofrem de depressão Por ser um conjunto de sintomas que podem estar presentes em aspectos variáveis em cada pessoa, a depressão não é fácil de ser diagnosticada Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 11 milhões de brasileiros sofrem com a depressão. Pelo mundo, são quase 300 milhões de pessoas, números que fizeram a OMS chamar a doença de "mal do século". Tratamentos psiquiátricos e terapias diversas são apresentadas em textos e programas de TV. Famosos e até youtubers têm falado muito mais da doença, mas uma parte importante desta equação toda parece ficar de lado: o cuidador. Por ser um conjunto de sintomas que podem estar presentes em aspectos variáveis em cada pessoa, a depressão não é fácil de ser diagnosticada. E a pessoa que convive com o doente rotineiramente também pouco sabe o que fazer. Segundo o Ministério da Saúde, um paciente com depressão pode apresentar tristeza profunda, falta de apetite, de ânimo, pessimismo, baixa auto-estima - que aparecem com frequência - e podem combinar-se entre si. De acordo com os especialistas, o crescimento do diagnóstico pode estar ocorrendo por conta de maiores cobranças sociais e pessoais de hoje. Mas também existe mais informação e aos poucos os preconceitos estão sendo combatidos e reduzidos, o que aumenta a quantidade de pedidos de ajuda e, consequentemente, os diagnósticos. Parceiros O psiquiatra Roni Cohen, diretor do Centro Brasileiro de Estimulação Magnética (CBREMT), aponta onde normalmente é o calcanhar de Aquiles do parceiro: "Realmente aqueles que cuidam ficam em segundo plano. Cuidar de uma pessoa com depressão requer uma sobrecarga emocional grande, principalmente porque, além de absorver o sentimento do outro, advém uma sensação de impotência quando se percebe que nem sempre a ajuda está sendo efetiva".
Na íntegra da notícia, é informado que o ideal é que o cuidador tenha claro o que é depressão e qual o seu papel na contribuição do tratamento. Já os profissionais de saúde precisam estar atentos e abertos para dar apoio aos cuidadores. Para casos mais agudos, O CVV - Centro de Valorização da Vida - realiza apoio emocional e prevenção do suicídio. A respeito do que a íntegra da notícia informa sobre o CVV, considere os itens: I- O CVV atende de modo voluntário e gratuito todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo.
II- O atendimento do CVV é feito por telefone, e-mail, chat.
III- As ligações para o CVV em parceria com o SUS, por meio do número 188, são gratuitas a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular.
É correto afirmar que: